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terça-feira, 29 de novembro de 2011

Sim, é Jean Claude Van-Damme

De Belfast vêm as músicas de Van Morrison e os anúncios da cerveja Coors Light.

Priceless!



segunda-feira, 28 de novembro de 2011

127 Horas e 25 mil dólares


O filme é de 2010 mas eu só o vi agora. Excelente trabalho do realizador Danny Boyle e do ator James Franco. É impressionante como se consegue ver um filme de uma hora e meia, praticamente sem diálogo (ou mesmo monólogo!) sem nunca querer desviar os olhos do ecrã. O sofrimento da personagem principal, Aaron Ralston, é o sofrimento do espetador.

Para quem ainda não viu, vou armar-me em spoiler: Aaron Ralston é alpinista e quando cai num desfiladeiro o seu braço direito fica preso debaixo de um pedregulho. Ao fim de cinco dias sem comer e com apenas 350 ml de água Aaron vê-se forçado a cortar o braço com um canivete.

Dado muito importante: Aaron Ralston é uma personagem real tal como toda a história.

Dado ainda mais importante: Depois do incidente Aaron foi considerado The Man of the Year pela revista Time, em 2003 e ganha 25 mil dólares por cada palestra que dá para falar sobre o acontecimento. Há quem cortasse o braço por muito menos!

Nota: Banda sonora escolhida a dedo ( para não dizer braço).

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Snowdrops

Comprei este livro da última vez que estive em Londres (Fevereiro). Uma bonita 1ª  edição autografada. Esta semana foi lançada em Portugal a edição traduzida: Quando a Neve Começa a Derreter.

Mesmo em Inglês foi tão fácil e tão rápido ler este livro que até fiquei espantada comigo mesma. Será a máfia russa assim tão simples de compreender?

Crime, traição, deslealdade, corrupção, os ingredientes de um filme de James Bond são os mesmos neste Snowdrops – em calão russo snowdrop é uma metáfora que representa os cadáveres encontrados depois da neve derreter, ao que parece, muito comuns na Rússia gélida.

O autor foi durante anos correspondente na Rússia do jornal The Economist e desfila na perfeição a cultura russa durante este seu primeiro romance. Uma cidade de contrastes, muita neve e muita podridão. Um povo escasso em valores porque estes não foram construídos quando deviam. Uma Rússia repleta de casas de strip e prostitutas, uma Moscovo capaz de enganar a inocência da Europa ocidental.

Ler Snowdrops é querer visitar a Rússia mas nunca conhecê-la.