Emily Brönte demorou uma vida inteira a escrever este livro, talvez para ter a certeza de que estava a escrever algo realmente bom, ou então porque sabia que este livro exigia maturidade, aquele que só uma vida inteira nos pode dar.
História encantadora contada numa prosa excelente, crua por vezes. É tudo passado num século de preconceitos, tradições, estigmas e intrigas próprias. A crítica nem sempre foi unânime. Quando lançado, no século XIX, a censura não se fez rogada – era demasiado ousado na maneira como expunha o poder do sexo feminino. São femininas as personagens mais intransigentes, mais indignadas, as que ousam enfrentar o sexo oposto e o mundo. É feminina também a voz da narradora, a governanta Ellen Dean.
O livro narra a história de um amor avassalador e trágico acima de tudo. Um amor que influencia a vida de todos os que o rodeiam. Uma verdadeira história de amor, real, agreste, nada romântica. Um amor que, tal como a obra, se reveste de uma intemporalidade que só os grandes amores e as grandes obras conseguem alcançar.

Conheço o livro, bastante bom. É super interessante a historia, super apaixonante e deixa-te "colado" ao livro sempre com vontade de continuar a ler.
ResponderEliminarÉ um bom livro sim Senhor.
A descrição do livro está qualquer coisa :)
Felicidades ,
Tiago Dias
O que mais me impressionou foi mesmo a intemporalidade da história :)
EliminarObrigada pelo teu comentário, Tiago.