Ninguém está contente com o que é. Há quem lide com isso admitindo as suas fraquezas e depois há quem se disfarce. Não gosto disso. Aprendi a gostar de mim como sou, irrequieta, tagarela, morena, romântica, ruim, e com este nariz de judia que Deus me deu. Foi difícil. É díficil! Há sempre uns olhos mais bonitos que os meus, alguém mais responsável do que eu, e é assim com toda a gente. Competências todos temos, a maneira como as potenciamos é que varia. É por isso que eu gosto de pessoas com a mania. Essas são as que já não precisam de disfarce.
Ele: Nesta fotografia pareces a Penélope Cruz.
Ela: Não pareço nada. Eu não sou parecida com ninguém.
Ele: Pois não… e ninguém é parecido contigo. Ainda bem.
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